#lei

Dugeon

Vou começar a contar uma pequena aventura que aconteceu nessa vila que fica entre a Ásia e o Oriente Médio, se você está prepado para essa história se acomode aí, prepare um lanche, coisa leve, e vem com o tio.

Gali e seu irmão gêmeo, Gale, sempre sonharam em participar da Dugeon, que é um lugar onde guerreiros vão para tentar conseguir ganhar um monte de dinheiro, mas todos que foram nunca voltaram com vida. Em uma tarde, Gale recebeu uma carta que ele seria mandado para o exercíto para defender seu país, Gali fica muito triste, mas seu irmão disse para ele ir atrás de seus sonhos e tentar ganhar a Dugeon. Meses depois Gale morre em uma batalha e Gali fica de coração partido e sai correndo para a Igreja que fica no meio da vila, em quanto ele estava lá chorando, o chão se abriu e ele caiu em um porão que estava todo cheio de poeira e extamente no meio tinha uma espada, toda de prata folhada a ouro. Gali sente um poder e acredita que possa vencer a Dugeon, mas não seria fácil, vários mistérios e criaturas místicas estariam por vir, Ele então parte para sua jornada. Logo que chega na Dugeon, que fica na montanha, se depara com um Lobo de duas cabeças, ele saca sua espada e sai correndo em direção a criatura, passa a espada no pescoço do monstro, que acaba morrendo.

Logo na entrada, Gali passa por um lago com pedras rústicas e chega ao monstro dos Mares com dentes enormes e garras gigantes chamado de Ranarok, o monstro logo o ataca com jatos de água e ele vai para atrás das pedras. Em defesa, Gali pega sua espada vai se esquivando dos jatos e a faz igual uma lança... a arremessa em direnção ao coração de Ranarok e o mata. Depois de vários dias enfrentando várias criaturas e até mesmo seres humanos que são guardiões, ele chega no último portão, que na verdade é um charada para conseguir seu baú do tesouro, a charada é: Um viajante chega a uma bifurcação na estrada que leva a duas aldeias. Numa aldeia as pessoas sempre dizem mentiras e na outra aldeia as pessoas sempre dizem a verdade. O Viajante precisa realizar negócios na aldeia onde todos dizem a verdade. Há um homem de uma das duas aldeias em frente a bifurcação, mas não há nenhuma indicação de qual aldeia ele é. O viajante se aproxima do homem e faz uma pergunta. Depois de ouvir a resposta, ele sabe qual caminho seguir. O que o viajante perguntou?

Logo Gali fica pensando no que falar e responde assim:

- O Viajante perguntou "Qual é o caminho que vai para sua aldeia?". Ele, então, segue pela estrada que o morador apontou porque uma pessoa sincera iria apontar para a aldeia das pessoas que falam a verdade e uma pessoa mentirosa também apontaria para aldeia das pessoas que falam a verdade, pois sendo um mentiroso, não iria apontar para sua própria aldeia.

E então a porta se abriu, havia um monte de tesouros, mas Gali começou a chorar lembrando do que seu irmão tinha dito, que ele deveria ir atrás dos seus sonhos.

FIM



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