#lei

Aquela carta

Na Argélia havia uma família, que não vivia muito bem em questões financeiras, uma das integrante da família era uma garota que tinha 7 anos, o nome dela era Pijuk, o curioso é que seu hobby favorito era passear nas terras que a família tinha .

E como de costume, mais uma vez ela foi caminhar. Na caminhada tropeçou, olhou para baixo e viu que tinha tropeçado em algo reluzente, ela, curiosa, agachou e começou a cavucar o chão sem se preocupar com suas mãos. Chegou ao ponto em que o objeto podia ser retirado, ele era irreconhecível, só chamava a atenção pela sua reluzencia. Pijuk correu em direção à sua casa e foi direto para a lavanderia colocando o objeto debaixo da torneira, ela passou as mãos sobre ele várias vezes até que ficou bem visível. Está curioso para saber??

Era um baú, não muito grande, mais ou menos do tamanho de palmo.

Pijuk não pensou duas vezes para abri-lo. Ela o secou e o colocou sobre a mesa. Ao colocar a mão sobre ele, alguma coisa a impediu de abrir-lo, examinando-o, descobriu o que era, faltava a chave, mas havia uma informação na parte inferior do pequeno baú:

Próximo ao baú que você encontrou há um celeiro, não é? Então lá está a chave. Vá lá!!! Corra, uma surpresa te espera. E que surpresa!!!! 

Pijuk não perdeu tempo, foi para lá e depois de procurar muito encontrou a tal chave. O que a ajudou foi o fato da chave também ser reluzente. Já era noite quando retornou à sua casa, foi para a mesa em que estava o baú e testou a chave, sem problema algum a chave entrou e o baú se abriu.

-  Ahhhhhh!!!!!!!!!  - A menina grita.

Dentro dele havia uma grande quantia em ouro. Da cozinha sua mãe correu em direção da sua filha e perguntou o que estava acontecendo, ela disse:

- Olhe, mamãe, estamos ricos!!

Sua mãe diz:

-Filha, onde você encontrou isso? Você tem que devolver isso!!

A menina explica tudo à mãe, que ainda estava em choque com o corrido, mas ao fim, começa a chorar de felicidade.

Então venderam o ouro e ficam com uma fortuna muito grande, o que elas não sabiam era que no fundo do baú tinha uma carta, quando a menina vê, pega a carta e lê ali mesmo, no lugar que vendeu o ouro.

Olá! Eu sou sua vó. Bom, é bem provável que eu seja mesmo, se você estiver lendo isso, é claro! Então vamos direto ao assunto, você deve estar se perguntando como eu consegui que justo você encontrasse isso, é, digamos, nada que bons cálculos não façam! O fato é, há muitos anos nossa família vem sofrendo da miséria, então eu tive uma brilhante ideia de que eu armaria tudo para que o momento mais preciso você encontra-se esse baú, que é na verdade toda a minha riqueza. Então Pijuk, se é mesmo esse nome que você recebeu (pelo menos era o nome que sua mãe dizia que seria), saiba usufruir da fortuna sempre ajudando os que precisam .

Com amor,

sua vó, Ella

P.S Te amo minha querida netinha .

Junho de 1945

 



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