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O Bullying

Em um certo dia, uma família se mudou para São Paulo (BR). No dia seguinte, um menino na faixa etária de 15 anos chamado Dominic foi para um colégio estadual do governo. No primeiro dia de aula, ele conheceu algumas pessoas e foi apresentado para a turma.

No segundo dia na sala nova ele conheceu uma menina chamada Juliana (Juliana tina 14 anos e estava na escola há 2 anos). Enquanto estava conversando com ela, se deparou com 4 marmanjos interrogando um jovem inteligente, e ele ficou pensando: por que eles estavam fazendo isso com o garoto?

No terceiro dia, ele foi perguntar:

– Ei, ei, por que vocês estavam discutindo com aquele garoto?

– Não é da sua conta, seu idiota! Você quer que eu faça o mesmo com você?

Ele evitou confusão, mas ficou curioso. No outro dia, indo para o colégio, se deparou novamente com esses 4 alunos batendo naquele jovem e se assustou. Saiu quando o grupo percebeu a sua presença. Na saída do colégio, os meninos esperavam Dominic para tirar satisfação:

– Ei você, o que você viu na entrada da escola?

Assustado, ele respondeu:

– Eu vi vocês cometendo agressão contra aquele garoto. Por que você fica perseguindo ele? O que ele te fez?

– Aquele nerd chato? Ele tem que sofrer, ele sempre tira nota altas e é muito antissocial. Isso me irrita! Meus pais sempre falam dele como um exemplo. – Respondeu o garoto revoltado.

– Você não acredita que pode ser igual a ele? Você pode ser melhor que todo mundo, só tenha força de vontade, pois um dia você chega lá. – Aconselhou Dominic.

Na manhã seguinte, Dominic chegou no colégio e recebeu uma notícia muito triste, então foi avisar o garoto com quem conversou ontem.

– Você sabe da notícia? Acho que não! Sabe aquele menino que você batia, xingava, torturava? Então ele se matou ontem à noite! E aí, o que você vai fazer?

Muito triste, o menino correu para a sua casa, se trancou no quarto e começou a chorar. Se sentia culpado, muito culpado. Decidiu que devia ir ao enterro e lá pensou sobre a sua vida. Resolveu mudar, melhorar... seria melhor do que os outros e não repetiria mais aquele erro. Pensou nisso chorando!

Anos depois, esse menino se formou em 2 cursos na Harvard: em medicina e em advocacia. Entretanto, optou por dar aula para crianças deficiente. Antes de começar a aula, uma das crianças pediu:

– Professor, conta uma história para a turma?

Chateado, ele responde:

– Classe, irei contar uma história realista, eu chamo-a de O Bullying.



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