#lei

O Exagerado

Pedro não cansava: “vamos Lucinda, já mamãe chega e não vamos poder brincar!”. E lá estávamos entre as nuvens enfrentando grande tempestade, e eu ficava imaginando como uma criança tão pequena queria chegar ao limite de alguma coisa, mas mesmo assim eu o acompanhava.

Eu era um tipo de amiga que sempre estava lá, tempo bom ou tempo ruim. O sol, já cansado, foi se deitar e a linda lua apareceu, mas Pedro não conseguia dormir.

– Se a noite é uma criança, posso brinca com ela! – Dizia.

Eu ficava ouvindo aquilo durante horas, até ele pegar no sono. Ufa, finalmente! De manhazinha, vinha Silvia, a mãe do nosso querido Pedro, ia ao quarto acordá-lo para ir à escola, e eu ia junto. Como o relógio não está de brincadeira, tempo vai, tempo vem, Tic Tac , voltando para casa Silvia começa a observar Pedro e perguntou para ele com quem ele estava conversando e a olhando ele disse – Você não entenderia, mãe. São apenas exageros!



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